quarta-feira, 31 de março de 2010

AS CRIANÇAS SOFREM COM O DESAMOR**

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mágica

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Meus pais estão se separando? E agora?Criado em Sex, 07/08/2009 16h52
2 comentários
Por mágica



Não é do dia para a noite que um casal decide se separar, não é mesmo?

Para isso ocorrer, ambos já vêm enfrentando muitos desgastes, discussões, desentendimentos e até mesmo brigas ofensivas e agressões físicas.

Neste momento, é muito comum os pais estarem totalmente mergulhados nos próprios problemas, que se esquecem do mais importante - dar atenção e apoio psicológico aos filhos.

Em situações delicadas como essa, uma separação sempre deixa marcas e traumas, cabendo aos pais a tarefa de tratar a questão da melhor forma possível.

Nesta fase, muitas crianças apresentam sinais de medo, impulsividade, angústia, agressão e intolerância diante do problema e muitas até fantasiam a situação como uma separação temporária.

Portanto, é preciso ficar atento!

O convívio social com os amigos de escola também pode ser super delicado, pois a criança pode sofrer com comparações com os pais de outros colegas ou com comentários ou brincadeiras de seus amiguinhos.

Outra situação bem comum e não proposital, é quando os pais tratam a criança como se estivesse no meio de uma “guerra”, muitas vezes falando mal do outro para o filho, usando-o para saber da vida do ex-companheiro (a), entre outras atitudes.

Segundo Cláudia Fernanda Venelli Razuk, Coordenadora Pedagógica do Colégio Itatiaia - tradicional escola paulistana que há 29 anos trabalha com crianças e adolescentes do berçário ao Ensino Fundamental – os pais devem manter uma relação de respeito perante a criança.

“O casal deve ter consciência que não existe ex-filho. Filho é para sempre e necessita de ajuda e atenção neste momento. Deixá-lo ciente de que nada mudará na relação entre eles, que o ambiente da casa ficará mais tranqüilo e, principalmente, que independente da circunstância, estarão sempre presentes. Estas pequenas ações fazem toda a diferença”, afirma Cláudia.

Os pais devem manter o autocontrole, respeito e cordialidade perante os filhos.

Essas atitudes farão com que a criança mantenha uma postura mais adequada e madura.

Devem também estar cientes que são responsáveis pelo bem-estar físico e mental dos mesmos e que suas atitudes irão refletir o seu comportamento nesta relação.

“Também é importante tomar cuidado com o sentimento de culpa pessoal que a separação provoca. Um filho não será necessariamente infeliz porque os pais se separaram. Muitos adultos, perfeitamente ajustados hoje, viveram a separação dos pais na infância”, completa Cláudia.

Problemas emocionais, administrativos e financeiros, não devem, de forma alguma, atingir a criança.

Uma outra grande barreira pode aparecer quando o pai ou a mãe resolverem se arriscar em um novo relacionamento.

Os pais devem explicar que mesmo separados irão amá-lo para sempre e que o novo parceiro não pretenderá nem conseguirá ocupar o lugar de pai e/ou mãe.

INFIDELIDADE!!!




Hoje em dia o mundo de entretenimento e das revistas centra-se na premissa que a liberdade sexual é um direito

sem restrições. O resultado disto é que a fidelidade conjugal está a tornar-se um conceito fora de moda e sem

importância, pelo que o numero de pessoas que são fieis (ao seu casamento) é cada vez menor.



A infidelidade não só destrói um casamento, como também o próprio cônjuge que é infiel. Na realidade:



1.A infidelidade causa dor ao outro.



Um casamento existe quando um homem e uma mulher são unidos não só pela lei mas, sinceramente, pelo amor e respeito mútuo no presente e no futuro. Os casamentos começam com a fé que os dois se entregaram um ao outro e, juntos, querem encontrar satisfação e significado na vida.



A infidelidade começa já quando alguém dirige os seus pensamentos 'sentimentais' para alguém que não é o seu cônjuge. Deste ponto ao adultério consumado pode ser um pequeno passo.

O cônjuge infiel dedica tempo e dinheiro, além da energia física e emocional ao amante, privando o seu cônjuge desses bens: o cônjuge traído paga pela luxúria do cônjuge infiel.

2.A infidelidade mascara o problema fundamental.

A infidelidade poderá ilusoriamente aliviar os sintomas superficiais de descontentamento talvez causado pela sensação de não ser apreciado ou atraente ao parceiro. Mas a infidelidade não soluciona os problemas reais do matrimónio que de certeza irão agravar-se.

3. A infidelidade destrói o cônjuge infiel.

O cônjuge infiel que pensa que, ao esconder o seu procedimento do seu cônjuge, está a proteger o seu casamento, está enganado. Sempre que ele mente ao seu cônjuge que nele confia e que o ama, ele perde um pouco do seu amor-próprio. As mentiras crescem e tornam-se num hábito, muitas vezes inconscientes, e em vez de ele resolver os problemas, acaba por aprofundá-los. Ele vive uma mentira doentia sem o saber.

Enganar-se a si mesmo não é saudável. Antes, prova que se tem grandes necessidades de auxílio.

Será que existe alguma esperança para aqueles que têm sido infiéis?

O primeiro passo a dar é encontrar a razão que levou à infidelidade, e que pode ser, relativamente ao seu cônjuge, uma ou mais das seguintes:

1. Falta de amizade e companheirismo.

2. Insatisfação nas relações sexuais maritais.

3. Falta de sentimentos de amor ou de atracção física.

4. Falta de comunicação.

5. Falta de respeito.

6. Desejo de provar que ainda se é atraente.

7. Desejo de provar a existência de virilidade e sensualidade.



Uma vez que descubra as razões do desvio, pode começar a tratar do assunto. É muito provável que o seu cônjuge esteja consciente da sua infidelidade, e será necessário que os dois falem abertamente sobre o que não está a funcionar bem no casamento. Se quiser encontrar uma solução para os problemas, é imprescindível existir um desejo sincero de mudança de comportamento e de procura de um entendimento, e se o seu cônjuge também reconhecer que talvez tenha contribuído para a situação com as suas próprias falhas, e quiser mudar o seu comportamento, então há uma possibilidade real de o casamento recuperar.

Quer o seu cônjuge coopere, quer não, é preciso ser perdoado por Deus. Quando Jesus foi crucificado, Ele levou consigo todos os pecados da humanidade, para que pudéssemos ser perdoados e limpos deles, desde que haja em nós um arrependimento sincero. É necessário, então, confessar a infidelidade a Jesus, pedir e receber o perdão que Ele oferece, e começar de novo com a intenção de pôr a vida em ordem.

É preciso receber o poder do Espírito Santo para o encher e lhe dar a capacidade de resistir às tentações e amar o seu cônjuge como Deus quer. O amor real não se baseia em sentimentos superficiais mas numa vontade sólida e determinada de amar. (Veja a pagina: 'As cinco linguagens de amor'.)



Ser perdoado por Deus não significa necessariamente que o seu cônjuge facilmente lhe irá perdoar. Deve aceitar que é difícil perdoar alguém que nos traiu, e que pode levar muito tempo para as mágoas profundas serem saradas e para se poder recomeçar a confiar nessa pessoa. Não há garantias que o seu casamento possa recuperar - terá de trabalhar muito para reconquistar o seu cônjuge. Contudo, Deus é o Deus de milagres, e se os dois se voltarem para Ele, Ele pode refazer tudo de novo.

O QUE DEUS UNIU .NAO SEPARE O HOMEN***

O QUE DEUS UNIU .NAO SEPARE O HOMEN***

DEUS ODEIA O DIVORCIO???


terça-feira, 30 de março de 2010

CASAMENTO?UMA INLUÇAO

LIVROS***

conflitos familiares*****

DEUS É TUDO DE MARAVILHOSO!


EU APREEDI A TE AMAR ..DEUS QUERO TÉ-LÓ PARA SEMPRE EM MINHA VIDA .OLHA GENTE DEUS EM PRIMEIRO PLANO NAS NOSSAS VIDAS ;PORISSO ELE DISSE:QUEM NAÓ DEIXAR PAI MAÉ ,IRMAÓNAÓ É DIGNO DE MIN.SAÓ PALAVRAS DELE ,POIS ELE DEU SUA VIDA PARA QUE FOSSEMOS,AMADOS=== ENTAÓ RSS MARIDO;MARIDO DEVEMOS ENTREGA-LÓ NAS MAOS DE DEUS E DEIXAR O RESTO DEUS COBRA ...BJOS A VCS DO BLLOGER*

conflitos familiares*****

DEUS ODEIA O DIVORCIO???

O Pecado do Divórcio

Para os homens sem fé de Israel que haviam se divorciados de suas esposas sem o consentimento divino, o aviso pelo profeta Malaquias foi claro e forte. "Porque o Senhor, Deus de Israel, diz que odeia o repúdio e também aquele que cobre de violência as suas vestes, diz o Senhor dos Exércitos; portanto, cuidai de vós mesmos e não sejais infiéis" (Malaquias 2:16).

Não precisa nem dizer que o divórcio é um problema para nós hoje em dia, da mesma forma que foi para Israel naquela época. Enquanto as estatísticas parecem indicar uma leve redução na quantidade de divórcios, nenhuma pode negar que as pessoas de hoje ainda têm uma forte tendência de terminar o casamento ao invés de resolvê-lo. Vivemos numa sociedade "descartável", onde os casamentos, como copos descartáveis, podem ser jogados fora convenientemente quando terminar de usá-los. Mas o texto de Malaquias indica o que sempre tem sido a atitude de Deus em relação ao término de casamento. Ele disse que o divórcio é ser infiel.

No mínimo, a promessa do casamento envolve uma promessa de comprometimento e confiabilidade. Os esposos devem poder confiar completamente na constância do outro. Quando alguém trai aquela confiança pelo divórcio, comete o pecado de traição e infidelidade. Não só isso, mas Deus disse que o divórcio "cobre de violência as suas vestes". Divorciar-se é perpetuar um ato de injustiça e violência contra o parceiro. É um mal injúrio inflito naquele que tem o direito de esperar a segurança e o apoio. Divorciar-se do parceiro nada mais é do que voltar atrás numa aliança honrada por Deus, mostrar-se falso de coração e cometer crueldade em busca da vontade própria. Nada que um ser humano possa fazer a outra pessoa magoa de forma mais egoísta.

Pode até ser que o prevalecimento do divórcio é apenas um sintoma da quebra total de nossa vontade de mostrar fidelidade no geral. A verdade, a integridade e a firme lealdade estão em falta entre nós, ponto final. Não estamos mais cheios com um forte senso de aliança a nada! Fazemos os nossos compromissos de uma forma casual, e os quebramos de maneira tão casual quanto. Longes estão os dias em que a virtude caseira de "manter a palavra" era gravado nos bordados infantis. O "homem cuja palavra era o seu compromisso" provavelmente é o nosso avô, não o nosso marido.

Mesmo entre aqueles que professam ser cristãos, há uma diminuição no compromisso do casamento. Em grupos onde, no passado, o divórcio seria algo impensável, hoje é mais provável que a atitude seja: O divórcio é uma pena, mas é uma opção disponível em casamentos com problemas sérios, desde que não se case novamente em desacordo com as Escrituras. E assim, se inicia o "jogo de espera", em que cada esposo espera o outro se casar novamente. Quando isso acontece, a pessoa "inocente" então "repudia" o outro por causa do adultério e casa novamente, citando Mateus 19:1-12 como a garantia espiritual.

Mas o ponto principal que Jesus ensinou naquele texto crítico é o fato de que o divórcio ser per si pecaminoso. A pergunta dos fariseus à qual Jesus estava respondendo era a respeito da legalidade, não do divórcio e do novo casamento, mas sim do divórcio em si. Haviam perguntado, "É lícito ao marido repudiar a sua mulher por qualquer motivo?" (Mateus 19:3) Agora ouça o texto e deixa-o entrar bem: "Então, respondeu ele: Não tendes lido que o Criador, desde o princípio, os fez homem e mulher e que disse: Por esta causa deixará o homem pai e mãe e se unirá a sua mulher, tornando-se os dois uma só carne? De modo que já não são mais dois, porém uma só carne. Portanto, o que Deus ajuntou não o separe o homem" (Mateus 19:4-6).

O pecado é cometido sempre que um cônjuge se divorcia de outro por qualquer motivo a não ser a fornicação, a única exceção feita por Deus. Se nós fizermos o que Jesus diretamente mandou que não fizéssemos, o ato poderia ser qualquer outra coisa que não o pecado? A própria atitude de que Deus não está sério sobre o que diz é uma perigosa zombaria de Deus. "O que Deus ajuntou não o separe o homem" é um mandamento falado claramente para ser obedecido! Desobedecê-lo é cometer um pecado egoísta e infiel. Em Malaquias 2:16, Deus disse que ele odeia o repúdio. Temos condições de adotar qualquer outra visão a respeito do pecado do divórcio?

deus odeia o divorcio???

Compreendendo o divórcio
Igrejas com um posicionamento absolutista têm tratado seus divorciados como se tivessem praticado um pecado imperdoável.

No meio evangélico, nenhum assunto tem sido tão polêmico e tão mal compreendido quanto o divórcio. As opiniões são divergentes, contraditórias e carregadas de ranços emocionais, principalmente, quando há envolvimento pessoal ou familiar em casos de separação conjugal.

O divórcio, antes considerado uma exceção à regra, tornou-se regra e princípio para os que ignoram o ensino bíblico e se aventuram numa relação matrimonial. O trato entre cônjuges resume-se na declaração - “se não der certo separa”. A desvalorização do casamento e a conseqüente proliferação dos casos de separação na sociedade pós-moderna definem os perfis de conduta dos que se aproximam do evangelho e da igreja, forçando-nos a lidar com situações inusitadas e pouco definidas na prática eclesiástica.

O que Deus diz em sua Palavra precisa ser compreendido, antes que nos atrevamos a emitir qualquer opinião sobre o divórcio. A declaração mais contundente fica por conta do profeta Malaquias que diz: Deus odeia o divórcio (cf. Malaquias 2:16); e, ainda, como afirma o próprio Senhor Jesus: O que Deus ajuntou não separe o homem (cf. Mateus 19:6). Se Deus odeia o divórcio, eu devo odiá-lo também, e, se Deus diz que o homem não deve separar o que Ele mesmo ajuntou, eu jamais deveria me posicionar por prática ou por princípio à favor de uma separação. Este posicionamento seria coerente com as palavras de Jesus - Seja feita a tua vontade (de Deus). Por isso, para os que vivem em Cristo o divórcio jamais deveria ser cogitado como uma opção, antes da busca do perdão e da reconciliação em Cristo.

Por outro lado, a Palavra de Deus registra exceções que precisam ser compreendidas sob o prisma da exceção e da regra, enquanto evitamos os absolutismos que causam confusão e prejuízo aos que buscam por em ordem o caos provocado pela separação, pela infidelidade, pelo repúdio provocados em alguns casos por questões de fé. O absoluto de Deus não é incoerente com as exceções, principalmente quando Ele mesmo as regulamenta na sua Palavra. Como por exemplo, o fato de Deus desejar que todos sejam salvos (cf. I Timóteo 2:4), não exclui a triste realidade de que muitos serão condenados eternamente pelos seus próprios pecados (cf. Apocalipse 21:8). Neste caso, o desejo ideal de Deus não o obriga a salvar toda a raça humana, nem o coloca sob suspeita quanto a Sua Soberania ou Poder para salvar.
O posicionamento absolutista quanto a indissolubilidade do casamento tem resultado num tratamento injusto aos que são vítimas do abandono, da separação, do adultério e do divórcio.
Muitos membros de igrejas têm deixado ou sido impedidos de participar da ceia do Senhor, do louvor e do ensino das Escrituras por carregarem consigo o estigma de “separado” como se fora um pecado imperdoável.

O posicionamento liberal acaba ignorando o desejo ideal de Deus, as advertências e as condições por Ele estabelecidas no caso de separação, incorrendo num erro ainda maior, o de tornar mandamento divino a exceção.

Malaquias 2:16 - “O Senhor odeia o repúdio.” Jeremias 3:8 - “Quando por causa de tudo isto, por ter cometido adultério, eu despedi a pérfida Israel e lhe dei carta de divórcio.” Deus tinha a esperança de que a iníqua nação de Israel voltasse para Ele, o que se mostrou vão. Israel, ainda que divorciada, experimentou o cativeiro Assírio e não buscou lugar de arrependimento. Judá, por sua vez, tratou a questão moral com tal leviandade que acabou manchando toda a terra. Judá professou lealdade a Deus durante a reforma de Josias, mas não o suficiente para evitar a depravação e a apostasia. R. K. Harrison escreve: “Isso caracteriza a sua infidelidade, que como conseqüência indica uma infidelidade ao Deus Vivo.” (Tiago 1:16) Judá ainda não tinha aprendido a lição de que todos os que negam o Criador serão por Ele negados (cf. Mateus 10:33)

De fato, Deus abomina o divórcio pela sua causa e pela sua conseqüência. Deus sempre condenará o adultério, a infidelidade e a separação, o que deve ser a postura dos que amam a Deus. Porém, isto não implica na absoluta impossibilidade de separação, principalmente quando as razões justificadas pelo adultério ou por questões de fé. Nestes casos, para os que amam a Deus ainda restam a espera, o perdão, a reconciliação e muitas outras tentativas antes que se cogite uma definitiva separação.
“O que Deus ajuntou não separe o homem” (Mt. 19:6).No meio evangélico, nenhum assunto tem sido tão polêmico e tão mal compreendido quanto o divórcio. As opiniões são divergentes, contraditórias e carregadas de ranços emocionais, principalmente, quando há envolvimento pessoal ou familiar em casos de separação conjugal.

O divórcio, antes considerado uma exceção à regra, tornou-se regra e princípio para os que ignoram o ensino bíblico e se aventuram numa relação matrimonial. O trato entre cônjuges resume-se na declaração - “se não der certo separa”. A desvalorização do casamento e a conseqüente proliferação dos casos de separação na sociedade pós-moderna definem os perfis de conduta dos que se aproximam do evangelho e da igreja, forçando-nos a lidar com situações inusitadas e pouco definidas na prática eclesiástica.

O que Deus diz em sua Palavra precisa ser compreendido, antes que nos atrevamos a emitir qualquer opinião sobre o divórcio. A declaração mais contundente fica por conta do profeta Malaquias que diz: Deus odeia o divórcio (cf. Malaquias 2:16); e, ainda, como afirma o próprio Senhor Jesus: O que Deus ajuntou não separe o homem (cf. Mateus 19:6). Se Deus odeia o divórcio, eu devo odiá-lo também, e, se Deus diz que o homem não deve separar o que Ele mesmo ajuntou, eu jamais deveria me posicionar por prática ou por princípio à favor de uma separação. Este posicionamento seria coerente com as palavras de Jesus - Seja feita a tua vontade (de Deus). Por isso, para os que vivem em Cristo o divórcio jamais deveria ser cogitado como uma opção, antes da busca do perdão e da reconciliação em Cristo.

Por outro lado, a Palavra de Deus registra exceções que precisam ser compreendidas sob o prisma da exceção e da regra, enquanto evitamos os absolutismos que causam confusão e prejuízo aos que buscam por em ordem o caos provocado pela separação, pela infidelidade, pelo repúdio provocados em alguns casos por questões de fé. O absoluto de Deus não é incoerente com as exceções, principalmente quando Ele mesmo as regulamenta na sua Palavra. Como por exemplo, o fato de Deus desejar que todos sejam salvos (cf. I Timóteo 2:4), não exclui a triste realidade de que muitos serão condenados eternamente pelos seus próprios pecados (cf. Apocalipse 21:8). Neste caso, o desejo ideal de Deus não o obriga a salvar toda a raça humana, nem o coloca sob suspeita quanto a Sua Soberania ou Poder para salvar.
O posicionamento absolutista quanto a indissolubilidade do casamento tem resultado num tratamento injusto aos que são vítimas do abandono, da separação, do adultério e do divórcio.
Muitos membros de igrejas têm deixado ou sido impedidos de participar da ceia do Senhor, do louvor e do ensino das Escrituras por carregarem consigo o estigma de “separado” como se fora um pecado imperdoável.

O posicionamento liberal acaba ignorando o desejo ideal de Deus, as advertências e as condições por Ele estabelecidas no caso de separação, incorrendo num erro ainda maior, o de tornar mandamento divino a exceção.

Malaquias 2:16 - “O Senhor odeia o repúdio.” Jeremias 3:8 - “Quando por causa de tudo isto, por ter cometido adultério, eu despedi a pérfida Israel e lhe dei carta de divórcio.” Deus tinha a esperança de que a iníqua nação de Israel voltasse para Ele, o que se mostrou vão. Israel, ainda que divorciada, experimentou o cativeiro Assírio e não buscou lugar de arrependimento. Judá, por sua vez, tratou a questão moral com tal leviandade que acabou manchando toda a terra. Judá professou lealdade a Deus durante a reforma de Josias, mas não o suficiente para evitar a depravação e a apostasia. R. K. Harrison escreve: “Isso caracteriza a sua infidelidade, que como conseqüência indica uma infidelidade ao Deus Vivo.” (Tiago 1:16) Judá ainda não tinha aprendido a lição de que todos os que negam o Criador serão por Ele negados (cf. Mateus 10:33)

De fato, Deus abomina o divórcio pela sua causa e pela sua conseqüência. Deus sempre condenará o adultério, a infidelidade e a separação, o que deve ser a postura dos que amam a Deus. Porém, isto não implica na absoluta impossibilidade de separação, principalmente quando as razões justificadas pelo adultério ou por questões de fé. Nestes casos, para os que amam a Deus ainda restam a espera, o perdão, a reconciliação e muitas outras tentativas antes que se cogite uma definitiva separação.

“O que Deus ajuntou não separe o homem” (Mt. 19:6).
de que há uma crise espiritual. Lemos nas Escrituras que "se o Senhor não edificar o lar em vão trabalham os que o edificam" Sl 127:1. Nosso casamento precisa ser regado à oração e leitura da Palavra. Qual foi a última vez que você orou com seu cônjuge? Quando foi que vocês sentaram juntos para estudar a Palavra de Deus?

Se não damos lugar a Deus no relacionamento marido-mulher, não há muito o que fazer para resistir à crescente degradação e enfraquecimento da relação a dois.



2 - Ausência de perdão:

Sem a disposição para o perdão, nenhum casamento consegue sobreviver por muito tempo. Quantos comentários negativos que aparentemente são inofensivos, mas vão penetrando sorrateiramente no relacionamento infligindo mágoa e ressentimento e destruindo os sentimentos mais ardorosos. Quantos problemas antigos e mal resolvidos sempre voltam às discussões atuais. Quando o cônjuge permite que os fantasmas do passado continuem assombrando o presente, reavivando antigas amarguras, eles fazem com que as cicatrizes e feridas passadas não se fechem e se curem.

Quem não perdoa está matando aos poucos o sonho do casamento. (Cl. 3:13)



3 - Indisposição à mudanças necessárias:

Se formos bem honestos, teremos que admitir que nem tudo em nosso cônjuge nos agrada. Há hábitos, manias, comportamentos que nos irritam e nos tiram do sério. Porém isto é normal em qualquer casamento. Precisamos aceitar o fato de que somos diferentes do nosso cônjuge em muitas coisas, afinal viemos de famílias diferentes,de costumes e valores que nem sempre são os mesmos. Não obstante termos diferenças que são de nos mesmos, há muitas coisas em que precisamos ser mudados, e o que causa tensão no casamento é que os cônjuges não querem mudar, não se dispõem a mudanças necessárias para o bom convívio entre marido e mulher; pelo contrário, concentram grande esforço em tentar mudar o outro. Tal atitude cria fortes resistências, o cônjuge não muda e começa a cobrar mudanças no outro, acentua os defeitos e minimiza as qualidades.



4 - Ausência de amor:

“Eu não o amo mais”. Esta é uma frase comumente usada pelos cônjuges em crise para dar plausibilidade e legitimidade ao divórcio. Mas como tudo o que é dito nas Escrituras, o amor também sofre de má compreensão. O amor não é um sentimento para ser vivido apenas em bons momentos a dois, ou só na lua-de-mel. Conforme Cristo disse, o marido tem que amar a esposa como Cristo amou a Sua Igreja - dando sua vida por ela. Amor é a decisão de agir em favor do outro. Temos que abandonar aquele tipo de amor-fantasia, amor de novela, amor emocional. Amar é desempenhar atos de amor. Amar é ser gentil com o cônjuge, é procurar atender às necessidades do outro, é saber ouvir, é ser paciente, é não procurar seus próprios interesses, é não ser egoísta, é não mentir ao outro, é ter palavras de elogio e não de crítica, etc. ... A ausência destas atitudes sufoca e estrangula o casamento.

O divórcio não oferece uma oportunidade fácil de começar uma vida nova. Lembre-se que sempre que desobedecemos a Deus sofremos conseqüências. Você leva cicatrizes do divórcio consigo para sempre.

Note as palavras de um irmão após alguns anos de seu divórcio:

“Acho que a morte é mais fácil de suportar do que um divórcio, porque nela existe um fim. O divórcio simplesmente não acaba”.

A Bíblia afirma inegociavelmente: “aquilo que Deus ajuntou não separe o homem”. Ferir este princípio é atrair desastrosas consequências.

Alguma coisa a mais ainda poderia ser dito aqui sobre este assunto; talvez algumas medidas de prevenção. Contudo, entendo que a melhor maneira para se prevenir ao divórcio é começar combatendo as suas causas: Monitore sua vida espiritual e comece a levar Jesus para dentro de seu casamento, aprenda a perdoar ao invés de guardar ressentimentos, esteja disposto a promover mudanças significativas em seu relacionamento, ao invés de cobrar mudanças, e tome a decisão de amar seu cônjuge.

Que o Deus da aliança abençoe seu casamento ! E lembre-se: Ele odeia o divórcio.

conflitos familiares*****

conflitos familiares*****

conflitos familiares*****

de que há uma crise espiritual. Lemos nas Escrituras que "se o Senhor não edificar o lar em vão trabalham os que o edificam" Sl 127:1. Nosso casamento precisa ser regado à oração e leitura da Palavra. Qual foi a última vez que você orou com seu cônjuge? Quando foi que vocês sentaram juntos para estudar a Palavra de Deus?

Se não damos lugar a Deus no relacionamento marido-mulher, não há muito o que fazer para resistir à crescente degradação e enfraquecimento da relação a dois.



2 - Ausência de perdão:

Sem a disposição para o perdão, nenhum casamento consegue sobreviver por muito tempo. Quantos comentários negativos que aparentemente são inofensivos, mas vão penetrando sorrateiramente no relacionamento infligindo mágoa e ressentimento e destruindo os sentimentos mais ardorosos. Quantos problemas antigos e mal resolvidos sempre voltam às discussões atuais. Quando o cônjuge permite que os fantasmas do passado continuem assombrando o presente, reavivando antigas amarguras, eles fazem com que as cicatrizes e feridas passadas não se fechem e se curem.

Quem não perdoa está matando aos poucos o sonho do casamento. (Cl. 3:13)



3 - Indisposição à mudanças necessárias:

Se formos bem honestos, teremos que admitir que nem tudo em nosso cônjuge nos agrada. Há hábitos, manias, comportamentos que nos irritam e nos tiram do sério. Porém isto é normal em qualquer casamento. Precisamos aceitar o fato de que somos diferentes do nosso cônjuge em muitas coisas, afinal viemos de famílias diferentes,de costumes e valores que nem sempre são os mesmos. Não obstante termos diferenças que são de nos mesmos, há muitas coisas em que precisamos ser mudados, e o que causa tensão no casamento é que os cônjuges não querem mudar, não se dispõem a mudanças necessárias para o bom convívio entre marido e mulher; pelo contrário, concentram grande esforço em tentar mudar o outro. Tal atitude cria fortes resistências, o cônjuge não muda e começa a cobrar mudanças no outro, acentua os defeitos e minimiza as qualidades.



4 - Ausência de amor:

“Eu não o amo mais”. Esta é uma frase comumente usada pelos cônjuges em crise para dar plausibilidade e legitimidade ao divórcio. Mas como tudo o que é dito nas Escrituras, o amor também sofre de má compreensão. O amor não é um sentimento para ser vivido apenas em bons momentos a dois, ou só na lua-de-mel. Conforme Cristo disse, o marido tem que amar a esposa como Cristo amou a Sua Igreja - dando sua vida por ela. Amor é a decisão de agir em favor do outro. Temos que abandonar aquele tipo de amor-fantasia, amor de novela, amor emocional. Amar é desempenhar atos de amor. Amar é ser gentil com o cônjuge, é procurar atender às necessidades do outro, é saber ouvir, é ser paciente, é não procurar seus próprios interesses, é não ser egoísta, é não mentir ao outro, é ter palavras de elogio e não de crítica, etc. ... A ausência destas atitudes sufoca e estrangula o casamento.

O divórcio não oferece uma oportunidade fácil de começar uma vida nova. Lembre-se que sempre que desobedecemos a Deus sofremos conseqüências. Você leva cicatrizes do divórcio consigo para sempre.

Note as palavras de um irmão após alguns anos de seu divórcio:

“Acho que a morte é mais fácil de suportar do que um divórcio, porque nela existe um fim. O divórcio simplesmente não acaba”.

A Bíblia afirma inegociavelmente: “aquilo que Deus ajuntou não separe o homem”. Ferir este princípio é atrair desastrosas consequências.

Alguma coisa a mais ainda poderia ser dito aqui sobre este assunto; talvez algumas medidas de prevenção. Contudo, entendo que a melhor maneira para se prevenir ao divórcio é começar combatendo as suas causas: Monitore sua vida espiritual e comece a levar Jesus para dentro de seu casamento, aprenda a perdoar ao invés de guardar ressentimentos, esteja disposto a promover mudanças significativas em seu relacionamento, ao invés de cobrar mudanças, e tome a decisão de amar seu cônjuge.

Que o Deus da aliança abençoe seu casamento ! E lembre-se: Ele odeia o divórcio.




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Rev. Gildásio Reis, Pastor da Igreja Presbiteriana de Osasco, Psicanalista Clínico, Mestre em Teologia pelo centro Presbiteriano de Pós-Graduação Andrew Jumper (Educação Cristã) e Professor de Teologia Pastoral no Seminário Presbiteriano “Rev. José Manoel da Conceição”.
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quinta-feira, 25 de março de 2010

DEUS É TUDO DE MARAVILHOSO!



Mateus 5:4
Bem-aventurados os que choram, porque eles serão consolados.


Romanos 8:31-39
Que diremos, pois, a estas coisas? Se Deus é por nós, quem será contra nós? Aquele que nem mesmo a seu próprio Filho poupou, antes o entregou por todos nós, como não nos dará também com Ele todas as coisas?

Quem intentará acusação contra os escolhidos de Deus? é Deus quem os justifica. Quem os condenará? Pois é Cristo quem morreu, ou antes que ressuscitou dentre os mortos, o qual está à direita de Deus, e também intercede por nós.

Quem nos separará do amor de Cristo? A tribulação, ou a angústia, ou a perseguição, ou a fome, ou a nudez, ou o perigo, ou a espada? Como está escrito: Por amor de ti somos entregues à morte o dia todo; fomos considerados como ovelhas para o matadouro. Mas em todas estas coisas somos mais que vencedores, por aquele que nos amou.

Porque estou certo de que, nem a morte, nem a vida, nem anjos, nem os principados, nem potestades, nem o presente, nem o futuro, nem a altura, nem a profundidade, nem qualquer outra criatura nos poderá separar do amor de Deus, que está em Cristo Jesus nosso Senhor.


II Coríntios 1:3-5
Bendito seja o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, o Pai das misericórdias e Deus de toda a consolação. Que nos consola em toda a nossa tribulação, para que também possamos consolar os que estiverem em alguma tribulação, com a consolação com que nós mesmos somos consolados por Deus.
Porque, como as aflições de Cristo são abundantes em nós, assim também é abundante a nossa consolação por meio de Cristo.


II Coríntios 4:16-18
Por isso não desfalecemos; mas ainda que o nosso homem exterior se esteja consumindo, o interior, contudo, se renova de dia em dia. Porque a nossa leve e momentânea tribulação produz para nós um peso eterno de glória mui excelente; não atentando nós nas coisas que se vêem, mas sim nas que não se vêem; porque as que se vêem são passageiras, enquanto as que se não vêem são eternas.


II Coríntios 12:7-10
E, para que me não exaltasse pela excelência das revelações, foi-me dado um espinho na carne, a saber, um mensageiro de satanás para me esbofetear, a fim de me não exaltar; acerca do qual três vezes orei ao Senhor para que o afastasse de mim; e Ele me disse: A minha graça te basta, porque o meu poder se aperfeiçoa na fraqueza. Por isso, de boa vontade me gloriarei nas minhas fraquezas, para que em mim habite o poder de Cristo. Pelo que sinto prazer nas fraquezas, nas injúrias, nas necessidades, nas perseguições, nas angústias por amor de Cristo. Porque quando estou fraco, então sou forte.


Tiago 1:2-4
Meus irmãos, tende por grande gozo quando passardes por várias provações, sabendo que a provação da vossa fé produz a paciência; Tenha porém a paciência, a sua obra perfeita, para que sejais perfeitos e completos, não faltando em coisa alguma.


Apocalipse 2:10
Não temas o que hás de padecer. Eis que o Diabo está para lançar alguns de vós na prisão, para que sejais provados; e tereis uma tribulação de dez dias. Sê fiel até a morte, e dar-te-ei a coroa da vida.

FELICIDADES SE ENCONTRA SÓ EM DEUS.

segunda-feira, 15 de março de 2010


UM NOVO KASAMENTO DEIXE AQUI SUA OPINIAÓ.


2 - Ausência de perdão:

Sem a disposição para o perdão, nenhum casamento consegue sobreviver por muito tempo. Quantos comentários negativos que aparentemente são inofensivos, mas vão penetrando sorrateiramente no relacionamento infligindo mágoa e ressentimento e destruindo os sentimentos mais ardorosos. Quantos problemas antigos e mal resolvidos sempre voltam às discussões atuais. Quando o cônjuge permite que os fantasmas do passado continuem assombrando o presente, reavivando antigas amarguras, eles fazem com que as cicatrizes e feridas passadas não se fechem e se curem.

Quem não perdoa está matando aos poucos o sonho do casamento. (Cl. 3:13)



3 - Indisposição à mudanças necessárias:

Se formos bem honestos, teremos que admitir que nem tudo em nosso cônjuge nos agrada. Há hábitos, manias, comportamentos que nos irritam e nos tiram do sério. Porém isto é normal em qualquer casamento. Precisamos aceitar o fato de que somos diferentes do nosso cônjuge em muitas coisas, afinal viemos de famílias diferentes,de costumes e valores que nem sempre são os mesmos. Não obstante termos diferenças que são de nos mesmos, há muitas coisas em que precisamos ser mudados, e o que causa tensão no casamento é que os cônjuges não querem mudar, não se dispõem a mudanças necessárias para o bom convívio entre marido e mulher; pelo contrário, concentram grande esforço em tentar mudar o outro. Tal atitude cria fortes resistências, o cônjuge não muda e começa a cobrar mudanças no outro, acentua os defeitos e minimiza as qualidades.



4 - Ausência de amor:

“Eu não o amo mais”. Esta é uma frase comumente usada pelos cônjuges em crise para dar plausibilidade e legitimidade ao divórcio. Mas como tudo o que é dito nas Escrituras, o amor também sofre de má compreensão. O amor não é um sentimento para ser vivido apenas em bons momentos a dois, ou só na lua-de-mel. Conforme Cristo disse, o marido tem que amar a esposa como Cristo amou a Sua Igreja - dando sua vida por ela. Amor é a decisão de agir em favor do outro. Temos que abandonar aquele tipo de amor-fantasia, amor de novela, amor emocional. Amar é desempenhar atos de amor. Amar é ser gentil com o cônjuge, é procurar atender às necessidades do outro, é saber ouvir, é ser paciente, é não procurar seus próprios interesses, é não ser egoísta, é não mentir ao outro, é ter palavras de elogio e não de crítica, etc. ... A ausência destas atitudes sufoca e estrangula o casamento.

O divórcio não oferece uma oportunidade fácil de começar uma vida nova. Lembre-se que sempre que desobedecemos a Deus sofremos conseqüências. Você leva cicatrizes do divórcio consigo para sempre.

Note as palavras de um irmão após alguns anos de seu divórcio:

“Acho que a morte é mais fácil de suportar do que um divórcio, porque nela existe um fim. O divórcio simplesmente não acaba”.

A Bíblia afirma inegociavelmente: “aquilo que Deus ajuntou não separe o homem”. Ferir este princípio é atrair desastrosas consequências.

Alguma coisa a mais ainda poderia ser dito aqui sobre este assunto; talvez algumas medidas de prevenção. Contudo, entendo que a melhor maneira para se prevenir ao divórcio é começar combatendo as suas causas: Monitore sua vida espiritual e comece a levar Jesus para dentro de seu casamento, aprenda a perdoar ao invés de guardar ressentimentos, esteja disposto a promover mudanças significativas em seu relacionamento, ao invés de cobrar mudanças, e tome a decisão de amar seu cônjuge.

Que o Deus da aliança abençoe seu casamento. José Manoel da Conceição”.



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